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Márcia Oliveira

Spiritual Coaching

Márcia Oliveira

Spiritual Coaching

SE NÃO MUDARES AS SEMENTES NÃO MUDARÁS A COLHEITA

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Muitos vivem incomodados com o rumo das suas próprias vidas. Adormecem e acordam com a sensação de estar cada vez mais longe dos objectivos, planos e sonhos que haviam traçado para si. Vivem num constante desajuste com a realidade quotidiana, como se nada do que experienciam nessas suas vivências fosse o que algum dia desejaram. Sobrevivem a uma serie de condicionalismos, uma sucessão de “tem de ser” como se a resignação fosse a única saída.  

 

Essas pessoas moram onde não se sentem bem, trabalham vendo as suas capacidades desperdiçadas, convivem com quem não simpatizam, frequentam espaços que drenam as suas energias, permitem a toxidade relacional. E assim passam os dias esquecidos de si mesmos, numa fuga diária à sua verdadeira essência, conformando-se com o que incomoda.

 

Devemos ter em consideração que a nossa vida hoje é consequência de atitudes, acções, pensamentos e escolhas do passado. Permanecer na mesma frequência é, como tal, uma opção.

 

É necessário eliminar tudo o que não proporciona crescimento e leva à estagnação, cortar com tudo o que não acrescenta. Por isso, é preciso estar sempre atento aos caminhos e descaminhos que compõem a nossa jornada, pois fomos nós mesmos que optamos por trilhá-los. Analisar o que em nós contribuiu para estarmos onde nos encontramos hoje, será essencial para que possamos mudar os rumos das nossas vidas, agindo de forma diferente, para então colher outros resultados.

 

Assim sendo, só fazendo valer uma realidade diferente hoje, através de uma postura diferente no agora, podemos começar a construir uma nova realidade amanhã. Seguir um caminho genuíno em direcção à felicidade, junto de quem nos provoca sorrisos sinceros.

FECHANDO CICLOS

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Aproxima-se o final de mais um ano, altura de balanços e “fecho de contas”. Pensamos em tudo o que ainda nos mantém insatisfeitos, o quanto do que ocorreu que não correspondeu às expectativas. Como consequência, é também o tempo em que, pensando na aproximação de um novo ano, sentimos maior propensão a projectar mudanças significativas nas nossas vidas…

 

No entanto, há alturas em que a própria vida nos surpreende e as situações se precipitam como verdadeiros sinalizadores que indicam o fecho de um ciclo. As badaladas podem soar a qualquer instante! Percebemos que não há data nem hora marcada para nos renovarmos.

 

Quando tal acontece, é necessário ter capacidade de aceitação e a sensibilidade de perceber que algo se deteriorou irremediavelmente. É preciso não ignorar as evidências, sob pena de sucumbirmos juntamente com o que agora termina. É preciso sair da zona de conforto já tão desconfortante, libertar do que nos mantém aprisionados e confiar na generosidade do Universo.

 

A partir da percepção de que tudo na vida é cíclico, é possível reposicionarmo-nos e fortalecermo-nos, percebendo que só dessa forma estaremos aptos a dar as boas vindas ao Novo, com todas as suas infinitas possibilidades, gerando novos projectos e propósitos. Só assim progredimos e evoluímos, só assim crescemos… E como sofremos com as dores de crescimento! Mas é por meio delas que passamos para a etapa seguinte.

 

Neste estágio, tendencialmente encontramos dificuldade de readaptação, tal é o dispêndio de energia emocional face ao caos interno. Aqui chegados, devemos retirar o aprendizado daquele contexto, despedindo-nos das mágoas, gratos pelos ensinamentos e pela oportunidade de seguir em frente. Sim, porque este é também um momento esplêndido e potencialmente criativo para validar o que pretendemos alcançar.

 

“Na vida nada se perde, tudo se transforma”. Acreditamos que coisas e pessoas são nossas, mas nada se perde porque nada efectivamente nos pertence… Vida é fluxo, é movimento, é transformação constante, sem garantias ou prazos de validade.

 

E se alguém escolheu deixar-te para trás nesta caminhada, é porque já não te acrescenta, só de diminui. Então, limpa as tuas lágrimas e sorri. Tu és maior que tudo isso, porque toda a decepção é finita e a esperança infinita. Desapega-te!

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